quinta-feira , 22 outubro 2020

Bolha imobiliária: Qual a melhor hora para comprar imóveis

A bolha imobiliária está na boca do povo, assunto cada vez mais debatidos em redes sociais, mas será que existe, qual seria a melhor hora para comprar o tão sonhado imóvel?
preco-imovel
A compra e venda de um imóvel acontece por diversas razões, mas para a análise do melhor momento podemos dividir em dois grandes grupos os compradores de imóveis: aqueles que buscam o imóvel para o uso e aqueles que compram o imóvel como forma de investir suas economias. Vamos focar apenas nestes dois grupos, que acredito concentrarem a imensa maioria das negociações.
Considerando que nosso déficit habitacional é composto por aqueles que vivem em habitações construídas de forma inadequada, somados àqueles que vivem, por opção, com mais de uma família sob o mesmo teto, e ainda àqueles em que o aluguel tem um peso acima de 1/3 da renda da família, foi constatado, em recente estudo divulgado, que diminuiu o número que compõe os dois primeiros grupos do déficit, mas em virtude do aumento do valor do aluguel, o déficit composto pelos que pagam aluguel, aumentou, pois a renda não acompanhou essa valorização.
Àqueles que estão buscando o imóvel para uso próprio, somam-se os que tiveram o aumento da renda, e por essa razão querem viver em uma melhor localização, ou ainda em um imóvel maior. O aumento da renda e a melhor condição econômica pode trazer o interesse também pela segunda residência, seja no litoral ou no campo.
Para esse grupo que está comprando o imóvel para uso próprio, o melhor momento tem relação direta, com sua capacidade de pagamento e poupança.
Quando uma pessoa ou uma família decidem comprar o primeiro imóvel é muito importante o comprometimento de todos, e que exista poupança para a entrada de pelo menos 20% a 30% do valor total do imóvel, além é claro da prestação do financiamento não ultrapassar 30% da renda da família, o ideal é que a prestação fique no máximo em 25%.
Para busca de um imóvel maior, melhor localizado ou de lazer, o raciocínio é o mesmo, porém o ideal é que se pense nisto apenas depois de pago integralmente o imóvel em que se reside.
Quando já se tem um imóvel próprio e quitado, essa pessoa ou família, pode optar por adquirir um imóvel maior ou de lazer, ou ainda pode entrar também no grupo daqueles que estão investindo para se ter uma renda de locação.
Essa decisão, por ser muito pessoal, é muito difícil, depende muito da expectativa e da necessidade de cada família. Por viver no ramo imobiliário há trinta anos conheço todos os tipos de família.
Existem aquelas que possuem um imóvel, pequeno e quitado, com condições de viver em um imóvel maior, mas optam por investir e construir um rendimento de locação. Existem ainda aquelas que, sempre que podem, compram um imóvel maior para uso. Não existe certo ou errado, apenas formas diferentes de pensar e agir.
Falando um pouco agora no grupo que busca no imóvel uma forma de investir suas economias, o investimento pode buscar a renda proveniente da locação, ou da valorização, e muitas vezes a combinação das duas. Pode-se optar ainda pelos imóveis residenciais, comerciais, industriais ou até mesmo rurais.
Qual o melhor momento de investir? Qual o imóvel traz mais retorno? É melhor buscar a renda ou a valorização? Rural ou urbano? Residencial ou comercial?
São inúmeras opções e perguntas. Aprendi ao longo dos anos que quando decidimos investir nossas economias no mercado imobiliário, não existe forma certa ou errada, elas são apenas diferentes e como em qualquer mercado é necessário ter conhecimento ou estar assessorado por alguém que o tenha.
O imóvel não possui a mesma liquidez do mercado financeiro e portanto não tem uma valorização linear. O valor dos imóveis é formado basicamente de duas formas, primeiro e como base: o custo de produção, e segundo a lei de mercado: oferta e procura.
Embora com valorização acentuada nos últimos anos, acredito que o imóvel continuará sempre sendo uma boa forma de reserva patrimonial e uma boa opção de investimento.
Autor: Flávio Amary é vice-presidente do Interior do Sindicato da Habitação (Secovi-SP)
Com informações de Cruzeiro do sul.

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